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Happy Birthday Dear Marilyn!

“Eu também tenho sentimentos. Ainda sou humana. Tudo o que eu quero é ser amada pela pessoa que sou e pelo meu talento” MONROE, M.

1 de junho de 1926. Há 86 anos nascia um ícone de popularidade do século XX. Símbolo sexual, umas das maiores estrelas do cinema dos anos 50 e uma das mais famosas atrizes estadunidenses. Falecida há 50 anos, permanece viva no imaginário de muitas pessoas.

  Norma Jeane Mortensen nasceu em Los Angeles e teve uma infância conturbada. Iniciou sua carreira como modelo, fez aulas de teatro e, pouco tempo depois, fechou contrato com a Twentieth Century Fox, em 26 de agosto de 1946. Foi então que tingiu o cabelo de loiro claro e mudou o nome para Marilyn Monroe – se tornando uma diva, venerada por muitos fãs até hoje. Mais do que uma estrela, Marilyn era uma mulher melancólica, que adorava ler e escrever. Esse ano, completam-se 50 anos desde que deixou o mundo.

   Monroe era o sobrenome de sua avó materna. Marilyn era o nome mais elegante da época – e elegância era o segundo nome dessa musa. 

Norma e Jimmy, seu primeiro marido.

 Norma Jeane não conheceu seu pai biológico e sua mãe foi internada num hospício após sérios problemas psicológicos. Assim, ela passou grande parte de sua infância em orfanatos ou em casas de parentes. Casou-se ainda aos 16 anos com Jimmy Dougherty, 21 anos, mas divorciou-se 4 anos depois pois Jimmy não aceitava que ela se tornasse atriz – nada tão anormal na vida de muitas celebridades …

 “Eu estava feliz. As pessoas esperavam por mim. E lembro bem dos dias em que ninguém me queria.”  (frase de quando já era uma estrela).


Marilyn e Jane Russell

CARREIRA –  Marilyn começou com pequenos filmes, mas seu talento e sensualidade lhe renderam papéis maiores. Tornou-se uma grande estrela após sua atuação em “Niagra” (Torrentes de Paixão)- 1953, de de Henry Hathaway,qual interpretava uma jovem esposa que planeja matar seu velho marido ciumento. Depois de Niagra, recebeu, no mesmo ano, o papel principal nos filmes Gentlemen Prefer Blondes (Os Homens Preferem as Loiras), no qual contracena com  Jane Russell, e  How to Marry a Millionaire (Como agarrar um milionário), ambos em 1953. Infelizmente ainda não os assisti, mas sei que são muito bem reconhecidos (e como não ser?). Em 1955, mudou-se para Hollywood, estudou em uma escola de atores e montou sua própria produtora. Ela pretendia ser reconhecida pelo seu talento e capacidade como atriz, e não só pela sua beleza e sensualidade. Monroe recebeu seu primeiro Globo de Ouro, por Melhor Atriz de Comédia, com o filme Some Like It Hot (Quanto Mais Quente Melhor) de Billy Wilder.

                   “Não importa o que eu sou. O fato é que o nome do filme é ‘Os homens preferem as loiras’, e eu sou a loira.”

Vários foram os escândalos que enfeitavam sua vida, como os seus três divórcios e o seu affair com o presidente americando John Kennedy, que gerou grande repercussão social. Até o FBI iniciou investigações sobre o provável caso do casal. Obviamente o presidente não resistia ao charme da atriz, mas ela confessou que sabia que ele a desejava apenas pelo seu estrelato, e não pela pessoa que ela era. Quem não lembra ou nunca viu (ou ouviu falar) do famoso momento em que ela canta Happy Birthday para Kennedy em 19 de maio de 1962, com um vestido que havia sido costurado em seu corpo, de tão justo que era? Ele foi leiloado em 1999 por 1,26 milhões de dólares. Assista logo o vídeo!

Inúmeras pessoas admiram Marilyn, mas muito sobre sua vida é pouco conhecido, como sua paixão pela leitura e escrita (apesar de dificuldades ortográficas, mas quem liga?). Escrevia poemas, cartas, pensamentos. Algumas de suas obras foram reunidas no livro “Fragmentos – Poemas, anotações íntimas e cartas de Marilyn Monroe” (Tordesilhas). Ao ler alguns trechos, percebemos que toda a fama trazia também solidão, inquietude, dúvidas, desconfortos. Afinal, tudo tem um preço.

Em 5 de agosto de 1962, o mundo estremeceu com a morte da atriz, que foi encontrada, aos 36 anos, no quarto em sua casa em Brentwood, na Califórnia. O que aconteceu? é um mistério! Prevalece a versão oficial de que overdose pela ingestão de calmantes (não se afirmou se foi intencional ou não), mas há teorias conspiratórias acerca do caso, como a possibilidade de homicídio, pois o relatório da autópsia foi perdido e a gravação de seus telefonemas desapareceram.

2012 – Homenagens a atriz  

Esse ano, comemoram-se os 50 anos de morte da estrela. As homenagens já começaram, como o filme -que ainda está em alguns cinemas – My Week With Marilyn (no Brasil – Sete Dias com Marilyn), dirigido por Simon Curtis e estrelando Michelle Williams no papel de Marilyn. O Festival de Cannes 2012 também homenageou a atriz, com um cartaz com a foto dela assoprando velas de aniversário, um tributo à sua morte precoce.

“Hollywood é um lugar onde te pagam mil dólares por um beijo e cinqüenta centavos por sua alma.”

FONTE: Omelete; Exame.com; Wikipedia; Pensador uol.

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Sobre Lettie Moreira

Estudante de Produção em Comunicação e Cultura - UFBA. Cinéfila.

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  1. Maravilhoso! Adorei, uma bela homenagem a essa diva (:

    Responder
  2. Hoje acordei olhando pra a foto dela no meu quarto e ouvindo em minha cabeça
    essa Diva cantar happy Birthday…, e passei o dia ouvindo as musicas de Frank Sinatra por que ela adorava !*_____*

    Responder
  3. Gostei muito! ótima postagem =D

    Responder
  4. Fiquei com vontade de ver os fimes… =]

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  5. Pingback: 50 anos sem Marilyn – especial no TelecineCult « Mais que Sétima Arte

  6. Demorei mais cheguei! Conhecia a história dessa atriz só de ouvi falar, foi a primeira vez que li sobre ela e gostei muito. A ultima frase dela é perfeita para falar dessa fama grandiosa que transformou muitos ídolos como ela em lenda. Ela pensava assim de Hollywood mas estava lá. Com a alma vendida a fama? Ou foi o preço que ela e muitos escolheu pagar?
    Parabéns!

    Responder
    • É interessante o que muitos deles dizem, mas acho que é a história de “uma vez lá, não da pra sair”. Muitos tentam fugir de Hollywood, mas é quase impossível. Eu não conhecia muito bem a história dela, gostava dela mais pela imagens, pelas frases e pelo pouco que havia visto dela. Mas é uma diva de fato! rsrsrs Beijãão

      Responder
  7. Pingback: A fotografia como instrumento de consolidação da fama. « Mais que Sétima Arte

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